sexta-feira, 18 de setembro de 2015

DESGASTE

Na teoria geral dos sistemas, diz que todo sistema sofre entropia, ou seja, sofre desgaste. Todo sistema têm uma entrada, um processamento e uma saída. Nossos relacionamentos também sofrem entropia, também sofrem desgaste com o tempo. As amizades sofrem desgastes, os namoros, os casamentos, grupos dentro da Igreja, tudo sofre um desgaste. No sistema existe o feedback, que é o retorno para saber onde está o causador do travamento do sistema. O diálogo é o nosso feedback. Perceba que hoje em dia, quaisquer problemas que temos com alguém, publicamos nas redes sociais, e que na maioria dos casos não resolve nada. Todos nós sofremos desgaste e caímos na rotina, mas muitos problemas se resolvem no diálogo frente a frente, cara a cara. Nossos relacionamentos são difíceis, porque nunca nos comunicamos como deveríamos.


Alexandre Trajano de Lima


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quinta-feira, 17 de setembro de 2015

DEUS CALADO


SÍNDROME DE PETER PAN

Nós temos duas idades: a idade cronológica e a idade mental. Perceba que existem pessoas com 20 anos que se comportam como se tivessem 30, e pessoas com 30 se comportando como se tivessem 20 anos. Jesus nos comparou a crianças, mas no sentido da humildade, simplicidade e comportamento sincero. Então, em nosso convívio nos comportamos como crianças que nunca cresceram, nos comportamos como pessoas que nunca amadureceram. O resultado são relacionamentos humanos desastrosos, sem começo, meio e fim. Nossa vida é feita de fases. Nunca seremos crianças para sempre; nunca seremos adolescentes para sempre; nunca seremos idosos para sempre e nem viveremos para sempre – aqui.

O QUE VOCÊ É HOJE É COMO VOCÊ SE VÊ HOJE.


Alexandre Trajano de Lima


quarta-feira, 16 de setembro de 2015

TODOS QUEREM SER OBSERVADOS

Não faz sentido você mudar o visual e ir para uma ilha deserta ficar sozinho(a). No interior daqueles que querem fugir de casa, é porque sabem que existe uma casa para voltar e alguém para lembrar e se preocupar com elas. Como seria triste a existência de alguém que não é lembrado(a) por ninguém. O que faz nós existirmos é a lembrança que nós temos uns dos outros. Um artista só é artista quando tem uma plateia que o aplauda. Sem plateia, não há artista. Neste mundo nós só mostramos aos outros os nossos sucessos, porque os nossos fracassos não queremos mostrar. Todos nós gostamos de ser observados. É um grito da existência clamando por atenção. No entanto, todos nós estamos sendo observados, e existe um Olho que vê tudo o que está dentro de cada um de nós.

 Alexandre Trajano de Lima